quarta-feira, 11 de março de 2009

Comentarios do dia!

Penso... Não estou em um momento triste, tão pouco estou insatisfeita com qualquer coisa... Pra mim o dia está lindo mesmo com chuva. Mas não entendo o motivo do que eu escrevo ser tão contraditorio ao momento que vivo! Não entendo, qual motivo as pessoas gostam mais de poemas de dor, de amores mal resolvido, do que já passou?! Simplesmente não entendo! Na verdade também prefiro esses! Então minha minha ultima obra madrasta, afinal ainda está longe de ser um obra prima (minha veia cômica é otima, percebam!)
esta aqui:

O amor pode ser uma palavra sem voz...
O amor pode ser grito entalado dentro do seu ser...
O amor pode ter assim como não ter...
O amor pode ser e como pode não ser...
Ele pode nunca aparecer...
Ou pode estar do lado de você
Você pode perceber,
E pode tão rápido perder
Amor, meu amor...
A pouco se dissolveu em meio a palavras ácidas
Dentro de um rio de lagrimas.

Ou isto ou aquilo.

Ou se tem chuva ou não se tem sol,
ou se tem sol ou não se tem chuva!
Ou se calça a luva e não se põe o anel,
ou se põe o anel e não se calça a luva!
Quem sobe nos ares não fica no chão,
Quem fica no chão não sobe nos ares.
É uma grande pena que não se possa
estar ao mesmo tempo em dois lugares!
Ou guardo dinheiro e não compro doce,
ou compro doce e não guardo dinheiro.
Ou isto ou aquilo: ou isto ou aquilo...
e vivo escolhendo o dia inteiro!
Não sei se brinco, não sei se estudo,
se saio correndo ou fico tranqüilo.
Mas não consegui entender ainda
qual é melhor: se é isto ou aquilo.


Cecília Meireles

terça-feira, 3 de março de 2009

O corpo - vaidade

Eu começei uma pesquisa sobre: mente sã, corpo são... Nunca havia refletido sobre o assunto do conjunto corpo-mente, e o papel que exerce na sociedade. Todas as epócas
foram marcadas por curiosidades e desejos; desejo de desvendar o corpo, seja na medicina, como sexualmente ou em outros aspectos. Cada época com suas vaidades ou com seu recolhimento em relação ao desejo do corpo... Estranho homem, estranho! Pois afinal: “O corpo é o lugar onde o mundo é questionado”



Trecho do livro: reflexos sobre a vaidade do homem.
"Vemos confusamente as aparências de que o mundo se compõe: os nossos discursos raramente se encontram com a verdade, com a duvida sempre; de sorte que a ciência humana toda consiste em dúvida. Ainda dos primeiros princípios visíveis e materiais, só conhecemos a existência, a natureza não; porque a contextura do universo é em si unida, e regular em forma, que na ordem suas duas partes não se podem conhecer umas, sem conhecer todas; por isso todas se ignoram, porque nenhuma se conhece; só a vaidade costuma decidir sem embaraço, porque não chega a imaginar-se capaz de erro: os homens mais obstinados são os mais vaidosos e sempre a porfia vem à proporção da vaidade."

Primeiro post

Bom meu primeiro post e confesso não estar completamente em harmonia com esta tal pagina na qual escrevo.
A principio iria fazer um blog só para escrever sobres as histórias da minha tia, mas percebi que nem sempre iria ter algo interessante para por...
Então ele vai abranger a mais temas, não só os contos da minha tia, que de fatos são muito comicos; mas como também pensamentos, versos trechos de livros e outras “coisitas” mais.
Por enquanto é só...